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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

 passei noites chorando até pegar no sono. Mas já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos
Não me façam ser o que não sou
não me convidem a ser igual,
porque sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade,
não sei viver de mentiras.
Sou sempre eu mesma,
mas com certeza
não serei a mesma para sempre.
Virava pra lá e pra cá na cama. Estava impaciente. Até me sentei no escuro. Pensei: Não era uma posição o que eu procurava. Era você.

Complicado…

Complicado viver em um mundo imperfeito demais, gritos demais, luzes demais, agitações demais. A sociedade é ao extremo! Essa nova onda de jovens me dá ânsia de vômito. Querem fazer-te igual a eles. És diferente? Que pena, vai sofrer, eu sofro, todos diferentes da maioria sofrem. Pra obter uma opinião mais compulsiva, todos sofrem sendo iguais ou diferentes, mas alguns sofrem mais. Te darei meu exemplo, tenho mente de idoso, talvez um jovem idoso… Não sei. O que sei é que sou diferente de quem é próximo a mim. Dizem que não gosto de festas, agitações, músicas altas, brincadeiras… Errado, eu gosto, muito, mas sem extremos. Brincadeiras na hora das brincadeiras, músicas altas na hora de ouvir. O problema são humanos, me enojam, são estúpidos, são arrogantes, e acima de tudo são incompreensíveis. Fazem brincadeiras sabendo que vão te machucar, e às vezes, não só machuca como humilha, faz sentir-se como inferior… Dói. Então Prefiro ficar a sós com meu lápis, pelo menos ele faz, na maioria das vezes, o que eu quero. Acho que minha época de escrever textos alegres e com finais felizes acabou.